Há cinco anos, due diligence era, em grande parte, sinônimo de verificações de anticorrupção e suborno. Triar a contraparte, revisar sanções e PEPs, documentar o resultado — e seguir adiante. Em 2026...
Os crimes financeiros continuam evoluindo em ritmo acelerado. Embora formas tradicionais, como lavagem de dinheiro e fraude, permaneçam em destaque, observamos uma migração clara para estruturas mais complexas...
A Due Diligence Aprimorada (Due Diligence Aprimorada – EDD) está posicionada no ponto de interseção entre incerteza e consequência. Ela é acionada não porque houve comprovação de irregularidade, mas porque...
A identificação de pessoas politicamente expostas (PEPs) é um pilar fundamental da conformidade moderna, constituindo um componente essencial das estruturas de prevenção à lavagem de dinheiro (PLD/FT ...
A due diligence de fornecedores é frequentemente tratada como uma etapa de onboarding. Na prática, ela funciona como um mecanismo de controle de risco incorporado à governança da cadeia de suprimentos...
Há cinco anos, due diligence era, em grande parte, sinônimo de verificações de anticorrupção e suborno.
Triar a contraparte, revisar sanções e PEPs, documentar o resultado — e seguir adiante. Em 2026, essa abordagem já não é suficiente.
Reguladores em todo o mundo estão ampliando as exigências para além dos crimes financeiros, incluindo riscos ESG, governança de IA, complexidade de sanções e enforcement transfronteiriço. Da Europa ao Oriente Médio e à América Latina, espera-se que as organizações demonstrem uma compreensão mais profunda e contínua do risco de terceiros.
Empresas que ainda dependem de due diligence baseada em checklists tradicionais estão cada vez mais expostas — muitas vezes sem perceber.
Direitos humanos, impacto ambiental e riscos de governança deixaram de ser apenas parte de relatórios de sustentabilidade — estão se tornando obrigações regulatórias em múltiplas jurisdições.
Os reguladores esperam cada vez mais que as organizações:
Essa mudança amplia fundamentalmente o escopo da due diligence de terceiros.
A inteligência artificial já está incorporada em muitos fluxos de trabalho de compliance e tomada de decisão — frequentemente por meio de fornecedores terceiros.
No entanto, muitas organizações ainda não têm visibilidade sobre:
Globalmente, reguladores começam a exigir que organizações avaliem fornecedores de IA com o mesmo rigor aplicado a qualquer outro terceiro.
A cooperação regulatória deixou de ser exceção — está se tornando a norma. Um problema de compliance em um país pode agora desencadear investigações em múltiplas jurisdições, aumentando significativamente a exposição financeira e reputacional.
Para organizações com atuação internacional, isso significa que a due diligence deve considerar requisitos regulatórios sobrepostos e, por vezes, conflitantes.
Muitas organizações ainda dependem de estruturas desenhadas para um ambiente de risco mais simples. Limitações comuns incluem:
Essas lacunas criam pontos cegos que, muitas vezes, só se tornam visíveis sob escrutínio regulatório ou exposição pública.
Para permanecerem em conformidade e competitivas, as organizações precisam evoluir para uma abordagem mais dinâmica e orientada por inteligência.
Em 2026, a due diligence eficaz é:
Organizações que adotam essa abordagem não apenas reduzem o risco regulatório — elas também constroem confiança com reguladores, parceiros e stakeholders.
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